Embaixadores
Ricardo Quaresma
Irreverente e mágico, o conhecido Harry Potter português formou-se e deu os primeiros passos no futebol profissional no Sporting CP, tendo representado ao longo da sua carreira o Barcelona, FC Porto, Inter (Itália), Chelsea (Inglaterra), Al Ahli Club (Emirados Árabes Unidos), Besiktas durante 7 épocas e Kasimpasa (Turquia) e terminou no Vitória SC. Ricardo Quaresma é considerado um prodígio do futebol português que ao longo da sua carreira marcou um total de 122 golos e contabilizou 781 jogos, sendo que ao serviço da seleção nacional contabilizou 80 internacionalizações e marcou 10 golos. Com um currículo invejável, Quaresma conta no seu currículo a nível nacional com quatro Ligas portuguesas, três Supertaças Cândido Oliveira, duas Taças de Portugal, uma Taça de Inglaterra, duas Ligas Italianas, Uma Taça de Itália, duas Ligas Turcas, uma Taça da Turquia e uma Taça President´s Cup. A nível internacional venceu uma Liga dos Campeões, uma Taça Intercontinental e foi campeão Europeu ao serviço da Seleção Nacional em 2016.
Nuno Assis
O antigo médio iniciou a sua carreira no mundo do futebol no Lourinhanense (emprestado pelos leões), passou pelo FC Alverca e Gil Vicente FC antes de se afirmar no Vitória SC. Em 2004-05 foi para o SL Benfica onde ficou cinco épocas. Regressou ao Vitória SC e pelo meio fez uma época Al Ittihad FC. Terminou a carreira no Omonia do Chipre onde permaneceu quatro épocas. O médio português conta com 525 jogos, 77 golos e realizou dois jogos ao serviço da seleção nacional.
André  Almeida
Um dos capitães mais conhecido do SL Benfica. Começou no Belenenses, antes de fazer uma longa carreira no clube encarnado, onde se afirmou e projetou. Foi jogador 13 épocas do SL Benfica, clube onde chegou viu e venceu. Conta com 308 jogos e 11 golos marcados. Jogou oito vezes ao serviço da seleção portuguesa. O antigo jogador tem no seu palmarés cinco Liga portuguesas, uma Supertaça Cândido Oliveira, duas Taças de Portugal e quatro Taças da Liga.
Maniche
Conta ao longo da sua carreira com 502 jogos e 72 golos. Ex-internacional português que atuou como médio tem 52 internacionalizações e sete golos. Ao longo da sua carreira representou o SL Benfica, onde se formou como profissional de futebol, no FC Alverca, FC Porto, Dynamo Moscovo (Rússia), Chelsea (Inglaterra), Atlético Madrid (Espanha), Inter (Itália)e FC Köln (Alemanha). Terminou em 201-11 ao serviço do Sporting CP. Maniche conquistou dois campeonatos, duas Taças de Portugal, duas supertaças Cândido de Oliveira, uma Liga inglesa, uma FA CommunityShield, uma Liga Italiana. Ao mais alto nível venceu uma Liga dos Campeões, uma UEFA Europa League, uma Taça Intercontinental e uma UEFA Intertoto CUP.
Ukra
É um dos nomes históricos do Rio Ave FC, onde atuou como avançado durante oito temporadas. Destacou-se ainda como jogador profissional ao serviço do FC Porto, SC Braga e Santa Clara. Internacionalmente vestiu a camisola do Al Fateh e CSKA Sófia. O seu palmarés em competições nacionais é composto por uma Liga portuguesa, uma Taça de Portugal, uma Supertaça Cândido de Oliveira e duas subidas à primeira Liga profissional.
Silvestre Varela
Avançado português que começou a dar os seus primeiros no futebol na formação do Sporting CP. O ex-jogador profissionalizou-se por empréstimo dos leões ao Casa Pia AC. Passou pelo Vitória FC, Recreativo (Espanha) e Estrela Amadora. Em 2009-10 foi para FC Porto onde permaneceu a maior parte da sua carreira, conta com seis épocas, 236 jogos e 50 golos. A sua passagem pelo futebol também passou pelo West Bromwich (Inglaterra), Param (Itália), Kayserispor (Turquia) e B SAD. Terminou em 2022-23 no clube do seu coração, FC Porto. Silvestre Varela Conta com três Ligas portuguesas, duas Taças de Portugal, cinco Supertaças e uma Europa League.
Kleber
Começou a sua carreira de jogador no Atlético Mineiro, clube brasileiro, e do país de origem do ex-avançado. Viajou para Portugal na época 2009-10 para o clube insular Marítimo M. onde jogou duas épocas. Em 2011-12 foi para o continente e esteve no FC Porto dois anos. Pelo meio regressou ao Brasil, onde jogou no Palmeiras e voltou a Portugal para jogar no Estoril Praia. Em 2015 foi para a China jogar pelo Beijing Guoan onde esteve duas épocas e regressou novamente a Portugal para o Estoril Praia. Em 2019 fez novamente mais uma viagem até ao outro lado do mundo, para o Japão, onde passou pelo JEF United e terminou a sua carreira ao serviço do Yokohama FC. Ao serviço da seleção brasileira Kleber tem duas internacionalizações. O antigo jogador conta com duas Ligas portuguesas e duas Supertaças Cândido Oliveira.
Edinho
Começou no Almada Atlético Clube Barreirense, antes de se mudar para o SC Braga, onde se afirmou. Depois de duas épocas jogou no FC Paços e Ferreira, Gil Vicente FC e Vitória FC. Em 2007-08 mudou-se para a Grécia onde vestiu a camisola do AEK durante três épocas, período em que passou ainda pelo Málaga. Voltou a Portugal e jogou uma época no Marítimo M. e duas na Académica de Coimbra. Regressou à cidade de Braga por ma temporada e viajou até à Turquia. Em 2016-17 voltou ao país natal e durante dois anos esteve ao serviço do Vitória FC. Antes de terminar a carreira em 2022-23 jogou no CD Feirense, CD Cova da Piedade, SCU Torreense e finalizou no Olímpico do Montijo. Ao serviço da seleção nacional o avançado português jogou seis vezes e marcou três golos. O antigo jogador terminou a carreira com um total de 600 jogos e 185 golos, tendo no palmarés uma taça de Portugal, uma taça da Liga e uma subida da Liga 3 ao segundo escalão do futebol profissional.
Maxi Pereira
Uruguaio nascido a 8 junho de 1984, fez toda a sua formação no Defensor Sporting, clube do seu país. Veio para Portugal em 2007-08 para o SL Benfica onde jogou oito épocas, fez 333 jogos e marcou 21 golos. Transferiu-se para o rival FC Porto em 2015-16 onde permaneceu quatro época, jogou 130 partidas e marcou 5 golos. Terminou a carreira no seu país onde jogou no Peñarol e River Plate. O seu palmarés é composto por quatro Ligas portuguesas, duas Supertaças Cândido Oliveira, uma Taça de Portugal, 6 Taças da Liga, uma Copa América e uma Liga Uruguaia.
Silvio
Foi defesa do plantel de Futebol Profissional do SL Benfica, onde começou precisamente a carreira nas camadas jovens do clube encarnado. Começou no Odivelas e deu o salto para o Rio Ave FC em 2008-09 onde jogou duas épocas. Em 2010-11 jogou uma época no SC Braga. Um ano depois rumou até aos “nossos vizinhos” onde jogou no Atlético de Madrid e Deportivo. Depois da aventura em Espanha regressou ao clube de formção, SL Benfica, onde permaneceu três épocas. Em 2016-17 esteve duas épocas no Wolverhampton. Passou ainda pelo SC Braga, Vitória FC e Vitória SC. Em 2022-23 terminou a carreira no Vilafranquense. Com um vasto currículo, o seu palmarés é composto por uma Supertaça Europeia, uma Copa del Rey e uma Europa League. Em competições nacionais levantou uma Taça de Portugal. Três Ligas portuguesas e três Taças da Liga.
Tarantini
Passou a maior parte da sua carreira no Rio Ave FC onde foi capitão de equipa e esteve 13 épocas, terminou no clube de Vila do Conde em 2021. O médio português jogou sempre em Portugal, onde jogou pelo SC Covilhã, Gondomar SC e Portimonense. O médio português terminou a carreira com 610 jogos e 67 golos e ingressou na carreira de treinador.
Costinha
Começou no Oriental, antes de se mudar para o Machico e CD Nacional, onde se afirmou e projetou, acabando por ser contratado pelo Mónaco. Foi jogador do clube francês por quatro épocas viajando até à cidade invicta em 2001, onde permaneceu no FC Porto durante quatro anos. Mais tarde mudou-se para o campeonato russo, Dínamo de Moscovo, espanhol pelo Atlético de Madrid e Itália onde terminou a carreira na Atalanta em 2010. Ao serviço da seleção nacional o médio português jogou 53 vezes e marcou dois golos. Posteriormente, Costinha foi diretor desportivo do Sporting CP e do Servette. Depois do percurso como dirigente agarrou o cargo de treinador do Beira-Mar, em 2012, seguiu-se FC Paços de Ferreira, Académica de Coimbra e CD Nacional onde conseguiu levar o clube ao principal escalão do Futebol Profissional. O antigo jogador tem um currículo invejável que conta com uma Taça Intercontinental, uma Liga dos Campeões, uma Europa League. Em competições nacionais: duas Ligas portuguesas, uma Taça de Portugal, três Supertaça Cândido de Oliveira, uma Ligue 1 e dois Trophée des Champions.
Dimas
Antigo defesa esquerdo, começou a sua carreira profissional na Académica OAF e após três temporadas transferiu-se para o Estrela da Amadora, onde jogou duas temporadas. Em 1992-92 mudou-se para o Vitória SC e em 1994-95 foi jogar para o clube encarnado onde permaneceu três épocas. Em 1996-97 rumou para terras italianas e jogou três épocas ao serviço da Juventus. Passou ainda pelo Fenerbahçe, Standard Liège e em 2000-01 regressou a Portugal para jogar ao serviço do Sporting CP. Terminou a carreira em terras francesas, em Marselha, em 2001-02. Ao serviço da seleção nacional o defesa português jogou 44 vezes. O antigo jogador terminou a carreira com um total de 502 jogos e 28 golos, tendo no palmarés uma Liga portuguesa, duas Taças de Portugal, uma Supertaças Cândido Oliveira e duas Ligas italianas.
Beto Pimparel
Conhecido por Beto Pimparel fez toda a sua formação no clube leonino. No futebol profissional deu os primeiros passos no Casa Pia AC passando pelo FC Marco. No Leixões SC jogou por três épocas consecutivas e deu o salto em 2009-10 para o FC Porto onde competiu durante duas épocas. O antigo guarda-redes passou ainda pelo CFR Cluj, SC Braga e por quatro épocas jogou no Sevilla, clube onde chegou, viu e venceu. Em 2016-17 passou pelo Sporting CP e em 2017-18 jogou em terras turcas, no Goztepe por três épocas. Regressou a Portugal ao clube de Matosinhos e quase a terminar a carreira passou pelo SC Farense. Terminou a carreira no HIFK Helsinki, na Finlândia, em 2022. Ao serviço da seleção nacional o guarda-redes português jogou 16 vezes. O antigo jogador terminou a carreira com um total de 545 jogos, tendo no palmarés uma Liga portuguesa, duas taças de Portugal, uma taça da Liga, uma subida à primeira Liga, três Supertaças Cândido Oliveira, uma liga romena. Beto Pimparel conta ainda com 4 Europa League ao serviço do Sevilla.
Nuno Gomes
Os sete golos ao serviço do Boavista FC, com apenas 20 anos, auguravam um futuro promissor a Nuno Gomes. Na temporada seguinte consolidou o seu instinto matador, tendo-se seguido o “voo” para o SL Benfica. Nas três primeiras temporadas ao serviço das águias, Nuno Gomes demonstrou uma capacidade de finalização acima da média, com 76 golos em 124 partidas, transferindo-se posteriormente para os italianos da Fiorentina, onde realizou 64 jogos, apontou 17 tentos e ergueu uma Taça da Itália. Acabaria por regressar ao emblema encarnado para mais nove temporadas, cumprindo um total de 12 épocas de águia ao peito, com um acumulado de 399 jogos e 166 golos. Uma verdadeira referência. Em Portugal representou ainda as cores do SC Braga, antes da experiência – a última do dianteiro – no segundo escalão inglês, ao serviço do Blackburn Rovers. O ex-avançado luso protagonizou, em toda a carreira, 687 jogos e celebrou em 251 ocasiões, números nos quais se inclui o contributo na seleção de Portugal, onde contabilizou 79 internacionalizações.
Paulo Futre
Irreverente e mediático, o imprevisível jogador português formou-se no Sporting CP, tendo representado ao longo da sua carreira o FC Porto, Atlético de Madrid (Espanha), SL Benfica, Marselha (França), Reggiana e AC Milan (Itália), West Ham (Inglaterra) e, por último, Yokohama Flugels (Japão). Marcou um total de 109 golos e contabilizou 475 jogos, sendo que ao serviço da seleção nacional contabilizou 41 internacionalizações. Sagrou-se bicampeão nacional antes de conquistar a Taça dos Campeões Europeus pelo FC Porto, em Viena, na época 1986/87, frente ao Bayern de Munique, num percurso que valeu uma transferência para Espanha. No país vizinho, onde esteve de 1987 a 1993, com muitas exibições de gala requintadas com 51 golos e 31 assistências, ergueu consecutivamente a Taça do Rei em 1991 e 1992. “Madre mia!”, exclamaram vezes sem conta, seguramente, os adeptos espanhóis do Atlético de Madrid, rendidos à qualidade do virtuoso e tecnicista Paulo Futre, antigo extremo esquerdo que lá chegou campeão da Europa, oriundo da Invicta.
Alan
Foi nos escalões de formação do Ipatinga (clube do Brasil) que Alan Osório da Costa Silva, antigo extremo do SC Braga, iniciou a sua promissora carreira de futebolista. No total, disputou 559 jogos e marcou 74 golos. O talento do outrora extremo despertou, em 2001, o interesse do Marítimo M., clube no qual viria a cumprir a sua primeira experiência em Portugal. Esteve quatro épocas ao serviço do clube insular (2001-05), ingressando na temporada seguinte no FC Porto, clube pelo qual cumpriu 43 encontros e participou na UEFA Champions League. Em duas épocas pelos azuis e brancos (2005-07), venceu duas Ligas portuguesas, uma Taça de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira. Da cidade Invicta, o bicampeão nacional Alan rumou por empréstimo a Guimarães na época 2007-08, naquela que foi a sua primeira experiência minhota, ao representar o Vitória SC em 34 partidas. O antigo futebolista assinou contrato com o SC Braga em 2008, foi dono da braçadeira, conquistou troféus e por lá terminou a carreira, já em 2017. Neste período, realizou 347 partidas, marcou por 56 ocasiões e ergueu a Taça da Liga e a Taça de Portugal, a segunda da carreira. Em 2010/11, disputou a final da Liga Europa diante do FC Porto, em Dublin.
Beto
É um dos nomes históricos do Sporting CP, onde atuou como defesa durante dez temporadas. Destacou-se ainda ao serviço da seleção portuguesa, entre 1997 e 2004, com 31 partidas disputadas, marcando presença em competições como o Campeonato do Mundo de 2002 e o Euro 2004. Vestiu ainda das camisolas de Bordeaux, Recreativo de Huelva, União de Lamas, Campomaiorense e Belenenses, mas, indubitavelmente, foi umas das maiores figuras leoninas onde atingiu o seu auge futebolístico e envergou durante várias épocas a braçadeira de capitão de equipa. O seu palmarés em competições nacionais é composto por duas Ligas portuguesas, uma Taça de Portugal e duas Supertaças Cândido de Oliveira.
Chaínho
Após quatro temporadas no Estrela da Amadora, onde fez 111 jogos, transferiu-se para o FC Porto, clube através do qual conquistou, entre 1998 e 2001, os quatro troféus do seu palmarés individual. Ao serviço do clube “azul e branco”, o luso-angolano cumpriu três épocas – 101 jogos – e venceu tudo o que havia para vencer: Liga portuguesa, duas Taças de Portugal e a Supertaça Cândido de Oliveira. Terminado o ciclo no FC Porto, Chaínho contabilizou duas passagens pelo estrangeiro: nos espanhóis do Zaragoza (2001-02) e nos gregos do Panathinaikos (2002-03). O percurso do antigo médio voltaria a cruzar-se com Portugal, já que, em 2003-04, ingressou no Marítimo M., cumprindo duas temporadas (de 2003 a 2005). A estadia na ilha da Madeira prolongou-se, inclusive, mais duas temporadas, ao envergar a camisola do rival insular CD Nacional, antes de rumar aos cipriotas do Alki Larnaca (2007-08), clube no qual terminou a carreira de 14 anos.
Helton
Natural de São Gonçalo, estado do Rio de Janeiro, Helton estreou-se como futebolista sénior no Vasco, clube pelo qual se sagrou campeão no Brasil, em 2000, e onde espoletou o gosto pessoal pela música ao oferecer uma camisola a um adepto, que lhe prendou com um instrumento. Rumo ao Velho Continente, o antigo guarda-redes brasileiro atravessou o Atlântico para vestir a camisola da União de Leiria, que, à época, disputava as competições profissionais portuguesas, permanecendo três épocas. Em 11 épocas de dragão ao peito, o guardião brasileiro juntou ao seu palmarés 18 títulos, destacando-se sete de campeão nacional, celebrados consecutivamente entre 2005 e 2009, e ainda em três ocasiões seguidas entre 2010 e 2013, além de três sucessivas Taças de Portugal. Um dos principais marcos de Helton no FC Porto, clube pelo qual disputou 334 jogos, foi a conquista da Liga Europa, na dourada época de 2010-11, em Dublin, frente ao SC Braga. Nessa mesma temporada, os “dragões” venceram quatro de cinco competições em Portugal
João Pinto
Antigo capitão e defesa lateral dos “dragões”, não conheceu outro clube que não o FC Porto. No final da memorável carreira, retirou-se com 587 jogos e 24 títulos ao serviço dos portistas. Pela seleção principal de Portugal contabilizou 70 internacionalizações. Em 17 temporadas consecutivas (de 1980 a 1997), venceu nove Ligas portuguesas – sagrou-se tricampeão nacional –, oito Supertaças Cândido de Oliveira, quatro Taças de Portugal e a primeira Supertaça, Taça Intercontinental e Taça dos Campeões Europeus do palmarés do FC Porto.
Jorge Andrade
Cresceu e formou-se como futebolista no histórico Estrela da Amadora. Foi o primeiro emblema da carreira do ex-jogador, pelo qual disputou 57 jogos com as cores tricolores – ficou associado à melhor classificação do clube: sétimo lugar na edição 1997-98 da Primeira Liga. Cumpriu duas épocas de azul e branco, participou em 84 encontros e ergueu dois troféus: uma Taça de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira. Rumo à Galiza, o Deportivo da Corunha abriu-lhe as portas de uma das ligas mais competitivas do Futebol mundial. Representou a formação espanhola em cinco temporadas consecutivas – até 2006-07 –, confirmando o estatuto de craque com um lugar na história do clube galego por incontáveis desarmes em 170 jogos. Em 2007-08, transferiu-se para a Juventus (Itália), mas uma grave lesão que fez com que terminasse a carreira. Como internacional português conta com 51 partidas.
Quim
Vencedor das quatro competições em Portugal, o antigo guarda-redes internacional luso, com mais de 700 jogos e dois títulos de campeão nacional na carreira, “encheu” as balizas de SC Braga, SL Benfica e CD Aves. Internacional pela seleção nacional contabiliza 32 jogos. Ao serviço dos “Gverreiros do Minho”, cumpriu 10 épocas consecutivas e defendeu as malhas bracarenses em 234 ocasiões. Já de “águia” ao peito seguiram-se seis épocas – de 2004 a 2009, onde conquistou duas Ligas portuguesas, duas Taças da Liga e uma Supertaça Cândido de Oliveira. A passagem pela capital minhota – a segunda na carreira – foi mais curta (duas épocas), mas memorável, já que foi decisivo para o SC Braga conquistar a primeira Taça da Liga do seu palmarés. Em 2013/14, o titulado guardião português esteve ao serviço do CD Aves, onde jogou durante as cinco últimas épocas da sua carreira. No último jogo da carreira, Quim conquistou a Taça de Portugal, no Estádio do Jamor, frente ao Sporting CP, em 2017-18. Um momento inédito na carreira do antigo futebolista e na própria história do clube da Vila das Aves.
Ricardo Rocha
Oriundo do FC Famalicão, clube pelo qual se estreou como jogador sénior na temporada 1997-98, Ricardo Rocha participou em 28 partidas, assumindo-se como titular na segunda época no emblema famalicense. A afirmação no clube de Famalicão valeu-lhe uma transferência para o SC Braga, onde permaneceu durante quatro épocas. Na época 2000-01, conseguiu chegar ao plantel principal minhoto e impor-se no setor defensivo. Daí em diante, foram 49 jogos disputados com a camisola dos “Gverreiros do Minho”. Os títulos da carreira de Ricardo Rocha surgiram aquando da sua passagem pelo SL Benfica, entre 2002 e 2006, onde conquistou o título de campeão nacional, uma Taça de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira. A meio da temporada 2006-07, rumou aos londrinos do Tottenham, de Inglaterra. Seguiu-se, após duas épocas e meia nos ‘Spurs’, um período de seis meses na Bélgica, em representação do Standard Liège. Acabaria por voltar a terras de Sua Majestade para envergar a camisola do Portsmouth, clube onde venceu uma Taça da Liga inglesa e onde terminou a carreira.
Simão
Empurrado por uma estreia de sonho, na deslocação do Sporting CP ao histórico recinto do Salgueiros, Simão deu os seus primeiros passos no Futebol Profissional de “leão” ao peito (de 1996 a 1999), com 12 golos em 64 jogos. Depressa chamou a atenção de clubes europeus, entre eles o FC Barcelona, que avançou para a contratação do promissor futebolista luso. Ao serviço do colosso catalão (de 1999 a 2001), Simão participou em 70 desafios e apontou quatro golos. Acabaria por regressar a Portugal, novamente para Lisboa, mas para o SL Benfica, clube onde se galvanizou através de incursões na ala esquerda – 230 partidas e 94 golos. Pelas “águias”, o antigo internacional português totalizou seis épocas (de 2001 a 2007) e conquistou de uma Liga portuguesa, uma Taça de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira. Regressou a Espanha por força do interesse do Atlético de Madrid, clube onde venceu uma Liga Europa e uma Supertaça Europeia. Simão Sabrosa alinhou ainda pelo Besiktas (Turquia), Espanyol (Espanha) e NorthEast United (Índia). Pela seleção de Portugal, contabilizou 85 internacionalizações, marcando 22 golos com as Quinas ao peito.
Nuno Valente
Ao longo da sua carreira representou o Sporting CP, onde se formou como profissional de futebol, no Marítimo M. e na UD Leiria, clube onde foi treinado por José Mourinho. Quando o treinador seguiu para o FC Porto levou consigo o lateral esquerdo, naquela que foi a experiência decisiva para a afirmação de Nuno Valente, uma vez que se revelou um verdadeiro esteio da defesa portista nos anos de maior sucesso do clube azul e branco. Foi, por isso, ao serviço dos dragões que Nuno Valente conquistou dois campeonatos, duas Taças de Portugal, duas supertaças Cândido de Oliveira, uma UEFA Europa League, uma Liga dos Campeões e uma Taça Intercontinental. O ex-jogador alinhou ainda no Everton (Inglaterra), clube que representou por quatro épocas e onde terminou a sua carreira.
Nuno Capucho
Ficou conhecido pela sua capacidade de drible e por marcar golos fantásticos, brilhando especialmente no FC Porto, o que lhe valeu a chamada regular à seleção portuguesa e a conquista de três campeonatos nacionais e uma UEFA Europa League, em 2003. Durante a sua carreira vestiu ainda as camisolas do Gil Vicente FC, Sporting CP, Vitória SC, Rangers e Celta Vigo. Após o final da carreira abraçou a carreira de treinador, que teve início como técnico da equipa sub-19 do FC Porto. Durante a época 2013-2014. Capucho prosseguiu como adjunto de Luís Castro, fazendo parte da equipa técnica do FC Porto B em 2014-2015. Na época 2015-2016 tornou-se treinador principal do Varzim SC, tendo acumulado experiências nos anos seguintes ao serviço do Rio Ave FC, CD Mafra e SC Covilhã.
Luís Boa Morte
É um ex-futebolista e treinador português, que atualmente desempenha funções de treinador-adjunto no Fulham. Enquanto jogador passou por clubes como o Sporting CP, Arsenal, Southampton, Fulham e West Ham. Após a conclusão da carreira de jogador foi convidado pelo Fulham - clube onde teve maior sucesso -, para regressar enquanto membro do staff, acabando por ser convidado a assumir o comando técnico do plantel de sub-21. Foi ainda treinador-adjunto pelo Sporting CP, Sintrense, Portimonense, Maccabi Haifa e Everton. Como scout representou o Arsenal. O seu palmarés é composto por um campeonato na Liga inglesa, uma FA CUP, uma Liga Sul Africana, um Championship, duas taças Community Shield e uma taça Intertoto.
Marco Caneira
Foi um polivalente defesa do plantel de Futebol Profissional do Sporting CP, onde começou precisamente a carreira nas camadas jovens do clube leonino. Após representar o clube de Alvalade, jogou ao serviço de Lourinhanense, Salgueiros, Beira-Mar, FC Alverca e SL Benfica. No estrangeiro vestiu as camisolas de Reggina, Valencia CF e Videoton, onde alinhou em 104 partidas e apontou 2 golos em 4 temporadas desportivas Após uma paragem de um ano, regressou a Portugal em 2016 para representar o clube da sua terra, SRD Negrais, e ainda jogou no Atlético da Malveira, clube onde viria a pôr termo à sua longa carreira de futebolista profissional, em 2019, com 40 anos. Com um vasto currículo, o seu palmarés é composto por uma Supertaça Europeia, uma Copa del Rey, uma Liga húngara, duas Supertaças da Hungria e uma Taça da Liga húngara. Em competições nacionais levantou duas Taças de Portugal e duas Supertaças Cândido de Oliveira.
Fernando Meira
Jogou no Vitória SC, durante sete épocas, e no Sport Lisboa e Benfica. O internacional português representou ainda a equipa das quinas por 54 vezes e marcou dois golos. Na sua carreira enquanto jogador, e depois da sua passagem pelas “águias”, rumou ao estrangeiro e representou o Stuttgart por sete temporadas. No primeiro ano como capitão da equipa (2007) chegou até à final da taça da Alemanha e conquistou o Campeonato Nacional alemão, título que festejou com o cachecol do seu clube de coração, o Vitória SC. Em 2008 foi anunciado como reforço do Galatasaray, onde permaneceu até março de 2009 e, pelo meio, conquistou uma Supertaça da Turquia. Nesse ano ingressou no campeonato russo onde se seguiram três épocas, ao serviço do Zenit. Conquistou uma taça russa, uma Supertaça russa e duas Ligas russas. Em 2011 assinou pelo clube espanhol, Real Saragoza, onde viria a terminar a sua carreira.
Nelson Pereira
Passou a maior parte da sua carreira no Sporting CP, contando, no seu palmarés, com dois campeonatos nacionais e uma Taça de Portugal. Antes de chegar ao Sporting, representou o SCU Torreense, passando pelas camadas jovens do clube de Torres Vedras. Depois de 9 anos no clube de Alvalade, rumou a Setúbal para representar o Vitória FC a título de empréstimo. Depois da sua passagem pelos sadinos seguiu-se uma experiência ao serviço do Estrela da Amadora. Já em julho de 2009 foi anunciado como jogador do Belenenses, clube onde permaneceu até 2013, ano em que pendurou as luvas e retirou-se do futebol profissional.
Hugo Almeida
Ponta de lança com 57 internacionalizações pela Seleção Nacional, tendo atuado nas fases finais do Europeus de 2008 e 2012 e nos Campeonatos do Mundo de 2010 e 2014, começou a carreira no FC Porto, clube onde concluiu a formação. Com passagens por empréstimo por U. Leiria, por duas vezes, e Boavista FC, fez parte da equipa que venceu a Liga dos Campeões em 2003-04. Rumou depois à Alemanha, para representar o Werder Bremen, onde atuou durante quatro temporadas, contribuindo decisivamente para a conquista de uma Taça da Alemanha, uma Supertaça Alemã e uma Taça da Liga Alemã. Seguiram-se quatro anos na Turquia, a representar o Besiktas, passando ainda por Cesena FC (Itália), Krasnodar e Anzhi (Rússia), Hannover (Alemanha), AEK (Grécia) e Hajduk Split (Croácia), antes de terminar uma carreira com mais de 600 jogos e 200 golos apontados na Académica. Venceu, ainda, uma Liga Grega e uma Taça da Turquia.
Mário Jardel
Avançado brasileiro nascido a 18 de setembro de 1973, destacou-se como um dos maiores goleadores da sua geração. Revelou-se no Grêmio, onde conquistou a Taça Libertadores em 1995, antes de rumar à Europa, para representar o FC Porto e onde atingiu o estatuto de lenda. Campeão nacional por quatro vezes, somou, a última já ao serviço do Sporting CP, atingiu números impressionantes no principal escalão do futebol português, onde representou ainda o Beira-Mar: mais de 186 golos em 186 partidas! Especialista em jogo aéreo, foi duas vezes Bota de Ouro europeu (1999 e 2002) e cinco vezes melhor marcador do campeonato português. Passou ainda pelo Galatasaray, onde brilhou na Liga dos Campeões e conquistou o campeonato turco, tendo ainda atuado em Inglaterra, em Itália, na Argentina, no Chipre, na Austrália, na Bulgária, e em diversos clubes brasileiros, até pendurar as botas em 2011. Internacional brasileiro por 10 vezes, “Super Mário”, assim ficou conhecido, foi também o melhor marcador da Liga dos Campeões em 1999-00.
João Tomás
Destacou-se como um dos goleadores mais consistentes do futebol nacional no final dos anos 90 e nos primeiros anos do século XXI. Formado no Oliveira do Bairro, de onde é natural, estreou-se como sénior na temporada 1995-96, ao serviço do Anadia, rumando à Académica na época seguinte e onde chamou a atenção pela veia goleadora, mudando-se para o Benfica em janeiro de 2000. Representou, posteriormente, o Real Bétis Balompié, em Espanha, durante duas temporadas, regressando a Portugal para jogar no Vitória SC e no SC Braga. Seguiu-se nova aventura no estrangeiro, no Qatar, tendo atuado posteriormente ao serviço de Boavista FC e Rio Ave FC, terminando a carreira com uma passagem no futebol angolano, ao serviço do Recreativo Libolo. Internacional português por 4 vezes, pendurou as botas com 453 jogos disputados e 191 golos apontados, 100 dos quais no principal escalão do futebol português.
Cadete
Cadete Jorge Cadete, nascido em Moçambique em 1968, foi um dos avançados mais talentosos e carismáticos do futebol português. Formado no Sporting, estreou-se pela equipa principal em 1987, seguiu para Setúbal, na temporada seguinte, sendo emprestado ao Vitória FC, onde consolidou um estatuto de promessa que lhe valeu o regresso aos leões. Durante quase uma década, foi figura de relevo em Alvalade, conquistando a Taça de Portugal em 1995 e duas Supertaças. A sua carreira internacional levou-o ao futebol italiano, onde representou o Brescia, e ao escocês, com enorme sucesso no Celtic, clube onde se tornou ídolo após uma temporada de grande impacto, sendo melhor marcador da liga em 1996/97. Seguiu-se uma passagem pelo Celta de Vigo, antes de regressar a Portugal para representar o SL Benfica. Terminou a carreira em 2006/07, tendo ainda representado clubes como Bradford City (Inglaterra), Partick Thistle (Escócia), Estrela Amadora e Pinhalnovense. Pela Seleção Nacional somou 33 internacionalizações e 8 golos, fazendo parte da geração que atingiu os quartos de final no Euro 96.
Fejsa
Com uma montra de títulos invejável, começou a carreira no Hajduk Kula, onde terminou a formação. Rumou, depois, ao histórico Partizan, onde começou a colecionar medalhas – foi tricampeão e venceu a Taça da Sérvia por duas vezes. A primeira aventura no estrangeiro foi na Grécia, para representar o Olympiacos, onde, novamente, se sagrou tricampeão e coletou mais duas taças. Médio reconhecido pelo enorme trabalho defensivo, chegou a Portugal para representar o SL Benfica em 2013-14 e onde ficou durante sete temporadas. Com 169 jogos disputados pelas águias, contribuiu decisivamente para a conquista de cinco campeonatos, duas Taças de Portugal, três Allianz CUP e três Supertaças. Deixou os encarnados em 2019/20 e atuou ainda no Alavés, em Espanha, e no Al-Ahli, da Arábia Saudita, antes de regressar ao Partizan para terminar a carreira.
Manuel Fernandes
Médio português formado no SL Benfica, estreou-se pela equipa principal em 2003-04, ainda em idade júnior, tornando-se rapidamente numa das grandes promessas do futebol nacional. Conquistando o campeonato nacional em 2004-05 pelas águias, aos quais acrescentou a Taça de Portugal em 2003-04 e a Supertaça de 2005, assumindo papel essencial no meio-campo encarnado. Começou, depois, a aventura internacional em Inglaterra, representando Portsmouth e Everton, seguindo depois para Valência, onde conquistou a Taça do Rei de Espanha em 2008 e onde atuou durante quatro temporadas. Tornou-se, de seguida, figura de culto no Besiktas, que representou igualmente por quatro temporadas e onde venceu a Taça da Turquia. Rumou, em 2014, para o futebol russo, onde atingiu estatuto de lenda no Lokomotiv de Moscovo, conquistando uma Liga russa e três Taças da Rússia. Nesse país, atuou ainda no Krasnodar, antes de regressar à Turquia para atuar no Kayserispor, pendurando as botas em 2023 depois de representar o Apollon Smyrnis (Grécia) e o Sepahan (Irão). Internacional português por 15 vezes, participou no Campeonato do Mundo de 2018.
Nuno André Coelho
Defesa central português formado no FC Porto, destacou-se nas camadas jovens dos azuis e brancos antes de iniciar a carreira sénior com passagens por Maia, Standard Liège, Portimonense e Estrela da Amadora, em que ganhou experiência competitiva. Regressou ao FC Porto em 2009/10, integrando o plantel principal e vencendo a Taça de Portugal, antes de se transferir para o Sporting CP na época seguinte. Representou depois o SC Braga durante três temporadas, conquistando a Allianz CUP e afirmando-se como peça importante na defesa minhota. Seguiu-se depois uma breve aventura internacional, com um ano na Turquia, ao serviço do Balıkesirspor, e outro nos Estados Unidos, representando o Sporting Kansas City, na MLS. Regressou a Portugal para vestir a camisola do GD Chaves, onde encerrou a carreira em 2019. Internacional jovem por Portugal, foi presença regular nos escalões sub-20, sub-21 e sub-23.
Paulo Madeira
Defesa que se destacou no futebol nacional nos anos 90. Formado no SL Benfica, estreou-se na equipa principal em 1989 e permaneceu no clube durante quase toda a carreira, somando mais de 200 jogos oficiais. Ao serviço das águias, conquistou o campeonato nacional em 1990-91, a Taça de Portugal em 1992-93 e a Supertaça Cândido de Oliveira em 1989, assumindo-se como peça importante no eixo defensivo encarnado. Passou também por Marítimo e Belenenses, antes de regressar ao SL Benfica e terminar a carreira no Estrela da Amadora, após breve passagem pelo Fluminense. Internacional português por 24 vezes, foi campeão mundial de Sub-20 em 1989, em Riade, e representou a Seleção Nacional no Euro 1996.
Pedro Mendes
Natural de Moreira de Cónegos, iniciou a carreira no FC Felgueiras, cedido pelo Vitória SC, clube onde se destacou e lançou a sua carreira profissional. Em 2003 transferiu-se para o FC Porto, onde conquistou o campeonato nacional e a Liga dos Campeões, mostrando qualidade e firmeza no meio-campo. Seguiu-se passagem pelo futebol inglês, representando primeiro o Tottenham Hotspur e depois o Portsmouth, onde permaneceu durante três temporadas. Em 2008, rumou ao Rangers, na Escócia, conquistando dois títulos nacionais e a Taça da Escócia, antes de regressar a Portugal para jogar no Sporting CP. Internacional português por 12 vezes, ficou na memória igualmente pela entrega em campo, tendo decidido regressar ao Vitória SC, na temporada 2011-12, para terminar a carreira.
Ruben Micael
Natural de Câmara de Lobos, na Madeira, Ruben Micael começou a carreira sénior no União da Madeira, clube onde fez toda a formação, quando tinha apenas 17 anos. Volvidas cinco temporadas, é contratado pelo CD Nacional, onde assume protagonismo como um dos principais criativos da temporada, sendo transferido, a meio da época seguinte, para o FC Porto. Ao serviço dos dragões, celebrou dois campeonatos nacionais, duas Supertaças, duas Taças de Portugal e ainda a conquista da Liga Europa, em 2011, antes de ser contratado pelo Atlético de Madrid. Foi cedido ao Real Zaragoza e ao SC Braga, clube que acabou por representar por três temporadas e onde conquistou uma Allianz CUP. Rumou depois à China, para jogar no Shijiazhuang Ever Bright, tendo ainda uma passagem fugaz por Israel, antes de voltar a Portugal onde ainda atuou no FC P. Ferreira, Vitória FC e CD Nacional. Representou a Seleção Nacional por 16 vezes, marcando dois golos.
Artur Moraes
Guarda-redes brasileiro nascido em 1981, começou a carreira no Paulista, aos 20 anos, tendo rumado ao Cruzeiro em 2003, onde rapidamente se destacou, conquistando títulos nacionais e estaduais. Em 2007 transferiu-se para a Europa, rumando ao futebol italiano: primeiro para o Siena e depois para o Cesena, antes de chegar à AS Roma, em 2008. Dois anos volvidos, é reforço do SC Braga, onde foi peça importante na campanha histórica que levou os minhotos à final da Liga Europa em 2011. Seguiu-se nova aventura em solo luso, no SL Benfica, onde jogou entre 2011 e 2015, conquistando dois campeonatos nacionais, duas Taças de Portugal, três Allianz CUP e uma Supertaça, além de ter sido titular em finais europeias. Após a passagem pela Luz, representou o Osmanlıspor da Turquia, regressando ao Brasil por um ano, para jogar na Chapecoense, antes de voltar a Portugal para representar o CD Aves, onde pendurou as luvas.
Afonso Figueiredo
Com a formação repartida entre Sporting CP, Belenenses e SC Braga, o lateral esquerdo começou a sua carreira sénior na temporada 2012-13, ao serviço da equipa B dos bracarenses. Na época seguinte, transferiu-se para o Boavista FC, onde cumpriu três temporadas, rumando depois ao estrangeiro, para representar o Rennes, em França, durante duas temporadas, seguindo-se uma curta passagem pelo Levski Sofia, da Bulgária. Em 2018-19 regressa a Portugal, onde representou vários emblemas das competições profissionais, nomeadamente Rio Ave FC, CD Aves, Moreirense FC, Estrela Amadora e FC Penafiel, onde se retirou, na época 2022-23.
André André
Com um passado familiar intrinsecamente ligado ao futebol, através do pai, António André, e do tio, Mário André, iniciou o seu percurso futebolístico no Varzim SC e completou parte da formação nas camadas jovens do FC Porto. Estreou-se como jogador profissional na época 2008-09, com 19 anos, vestindo precisamente a camisola do Varzim. Durante quatro épocas, foi peça importante do clube, tendo sido emprestado ao Deportivo La Coruña (Espanha) e, contribuído de forma decisiva para a conquista da antiga II Divisão. Em 2012, reforçou o Vitória SC, onde rapidamente se destacou, o que lhe valeu a transferência para o FC Porto em 2015. Nos dragões, conquistou um Campeonato Nacional e uma Taça de Portugal ao longo de três épocas. Regressou ao Vitória SC em 2018, clube que representou por mais seis temporadas, com breve passagem pelo meio no Al-Ittihad Jeddah, da Arábia Saudita, em 2021/22. Terminou a carreira na temporada 2024/25 ao serviço do Leixões SC com 472 jogos, 72 golos, com quatro internacionalizações pela Seleção Nacional.
António Folha
Natural do Porto, realizou toda a sua formação no FC Porto, tendo-se estreado enquanto sénior ao serviço do Gil Vicente FC, na temporada 1989-90, depois de se ter sagrado Campeão do Mundo de sub-20 em 1989. Após duas épocas ao serviço dos gilistas, atuou na equipa principal dos azuis e brancos em 1991-92, sagrando-se campeão nacional pela primeira de seis vezes, antes de ser cedido ao SC Braga, na temporada 1992-93. Depois da temporada em Braga, assumiu papel preponderante como extremo dos azuis e brancos ao longo de cinco épocas, período em que representou a Seleção Nacional por 26 vezes, participando no Euro 94. Em 1998-99, embarcou na primeira aventura no estrangeiro, ao serviço do Standard Liège, clube ao qual regressou para mais época e meia, antes de seguir para a Grécia, onde representou o AEK. Regressou a Portugal em 2003-04, jogando duas temporadas pelo FC Penafiel, onde pendurou as chuteiras. Além dos seis títulos de campeão nacional, sendo um dos históricos jogadores que conquistou o pentacampeonato, venceu ainda quatro Taças de Portugal, quatro Supertaças e uma Taça da Grécia. Seguiu-se uma carreira de treinador, em que representou o FC Porto B e o Portimonense, além de diversas equipas de formação dos azuis e brancos.
Antunes
Formado no SC Freamunde, onde iniciou a carreira sénior, jogou em cinco países diferentes e conquistou sete títulos: em Portugal, venceu um campeonato nacional e a Allianz CUP; em Itália, a Taça de Itália; e na Ucrânia, duas ligas, uma Taça e uma Supertaça. Lateral-esquerdo aguerrido, deixou o SC Freamunde para ingressar no FC Paços de Ferreira, clube onde esteve três temporadas. Rumou a Itália, para representar a AS Roma e o US Lecce, antes de breve passagem pelo Leixões SC. Voltou a território italiano, para representar o Livorno 1915, seguindo depois para a Grécia, atuando durante uma época no Panionios. Em 2012-13, voltou ao FC Paços de Ferreira, mas a meio da época rumou ao Málaga, onde jogou durante duas temporadas e meia, antes de se transferir para os ucranianos do Dynamo Kyiv. Regressou a Espanha em 2017-18, para representar o Getafe e, em 2020-21, passou a vestir a camisola do Sporting CP. Em 2025, anunciou a sua retirada após três épocas no FC Paços de Ferreira, onde envergou a braçadeira de capitão. Atuou 13 vezes pela Seleção Nacional, apontando um golo.
Bruno Alves
Um dos defesas-centrais mais marcantes da sua geração, fez formação no FC Porto, estreando-se como profissional pela equipa B dos dragões. Foi, posteriormente, emprestado a SC Farense, Vitória SC e AEK (Grécia) até que, em 2005-06, se afirmou em pleno na equipa principal do FC Porto, onde se sagrou tetracampeão nacional, conquistando ainda três Taças de Portugal e três Supertaças. Seguiu depois para o estrangeiro, mais precisamente para o Zenit (Rússia), onde foi figura maior durante quatro épocas, conquistando duas Ligas Russas. Em 2013-14, rumou ao Fenerbahçe, da Turquia, onde ficou até 2016 – ano em que se sagrou Campeão Europeu ao serviço da Seleção Nacional. Até ao final da carreira, seguiram-se mais aventuras no estrangeiro, ao serviço do Cagliari e Parma (Itália), Rangers (Escócia) e Apollon Smyrnis (Grécia), pendurando as chuteiras em 2021-22. Ao longo de mais de duas décadas, realizou 791 jogos, 96 dos quais pela Seleção Nacional, estando no top-10 de jogadores com mais encontros disputados por Portugal.
Carlitos
Carlos Manuel da Silva Cunha, conhecido como Carlitos, deu nas vistas ao serviço como extremo do Gil Vicente FC, que lhe valeu uma primeira experiência no estrangeiro, ainda em tenra idade, no Leganés. Foi, depois, contratado pelo Real Madrid, mas nunca vestiu a camisola do gigante espanhol, tendo sido cedido a SC Braga, Estrela Amadora e com um regresso a Barcelos, antes de assinar pelo SL Benfica, onde ficou quatro temporadas. Seguiu-se um breve regresso a Espanha, para atuar no Poli Ejido, antes de voltar onde tudo começou: ao Gil Vicente FC. Por lá ficou mais duas épocas e meia, ingressando posteriormente no Belenenses. Seguiu-se passagem de três temporadas no Vitória SC, terminando a carreira em 2010-11, com a quarta passagem pelo emblema de Barcelos, onde se sagrou campeão do segundo escalão do Futebol Português. Foi internacional jovem por 28 vezes, apontando 10 golos.
Derlei
Natural de São Bernardo do Campo, no Brasil, começou a carreira profissional no América-RN. Deixou a América do Sul na temporada 1999-20, para rumar a Portugal, mais precisamente à U. Leiria, onde a facilidade de fazer as redes abanarem e o espírito combativo lhe valeram a alcunha de Ninja. Os golos e as exibições levaram-no para Norte, onde vestiu a camisola do FC Porto. Pelos dragões, viveu o período mais titulado da carreira: dois títulos nacionais, uma Taça de Portugal, uma Supertaça, e três títulos internacionais – Liga dos Campeões, Taça UEFA e Taça Intercontinental. Em 2005, deixa Portugal para se aventurar na Rússia, ao serviço do Dínamo Moscovo, que representou durante dois anos. Regressou em 2006-07, para representar o SL Benfica, de onde seguiu para o Sporting CP, onde ficou duas temporadas. Pelos leões, conquistou duas Supertaças e uma Taça de Portugal. Antes de se retirar, em 2010, regressou ao Brasil, para representar o Vitória e o Madureira.
Eliseu
Natural dos Açores, da Ilha Terceira, fez a formação em clubes insulares, mas enquanto júnior viajou para o continente, para representar o Belenenses, clube onde se estreou como sénior. Atuou quatro anos pelos azuis do Restelo, com uma passagem pelo Varzim pelo meio, antes de rumar a Málaga, onde ganhou protagonismo. Seguiu-se nova mudança, desta feita para Itália, para jogar na Lazio – venceu uma Supertaça Italiana, mas rapidamente regressou a Espanha, vestindo a camisola da Real Zaragoza antes de voltar a Málaga, onde ficou mais quatro temporadas. Em 2014, chega a Portugal pela porta do SL Benfica, e pelas águias cimentou legado: três títulos nacionais, duas Allianz CUP, uma Taça de Portugal e duas Supertaças. Terminou a carreira no conjunto da Luz, em 2018, mas antes tornou-se um dos heróis portugueses que venceram o Euro 2016. Representou a Seleção Nacional 29 vezes, apontando um golo.
Flávio Meireles
Um verdadeiro ícone do Vitória SC, clube onde fez formação, começou a carreira sénior no Moreirense, por empréstimo, seguindo-se três cedências consecutivas ao Fafe – pelo meio, estreou-se na equipa principal dos vimaranenses. Voltou, depois, a Moreira de Cónegos, onde ficou três temporadas, mas em 2003-04 regressou ao Castelo, para se estabelecer como peça fulcral do meio-campo durante oito anos. Terminou a carreira em 2010-11, depois de ter envergado a braçadeira de capitão do Vitória SC inúmeras vezes, com 375 jogos na carreira, mais de 200 ao serviço do conjunto de Guimarães.
Hassan Nader
Marroquino, natural de Casablanca, destacou-se no principal escalão do Futebol Português ao serviço do SC Farense e do SL Benfica. Iniciou a carreira no Wydad, antes de se transferir para o Real Mallorca, onde jogou duas temporadas. Em 1992, chegou aos leões de Faro, onde se tornou uma lenda do clube, acumulando 174 jogos e 56 golos. Depois de se sagrar Melhor Marcador do campeonato em 1994-95, assinou pelo SL Benfica, onde atuou por duas temporadas. Internacional pela seleção marroquina, participou no Campeonato Mundo de 1994 e nas edições de 1988 e 1992 da Taça das Nações Africanas. Após encerrar a carreira como jogador, Nader manteve-se ligado ao futebol, assumindo funções como treinador.
Meyong
Nascido nos Camarões e com dupla nacionalidade portuguesa, iniciou a carreira no Canon Yaoundé. Transferiu-se ainda jovem para o Ravenna, em Itália, antes de chegar ao Vitória FC em 1998-99, onde fez a sua primeira passagem em Portugal. Durante seis temporadas, conquistou uma Taça de Portugal e foi campeão olímpico com os Camarões nos Jogos de Sydney, tornando-se num verdadeiro ícone do conjunto setubalense. Seguiu depois para o Belenenses, onde se sagrou melhor marcador do campeonato, com 17 golos. Regressou, posteriormente, ao estrangeiro, com breve passagem pelo Levante e Albacete, em Espanha, antes de voltar ao Belenenses. Transferiu-se para o SC Braga, onde voltou a encontrar os golos, ficando durante quatro anos. Retornou ao Vitória FC por mais duas temporadas, antes de viajar para Angola, onde ficou por três épocas. Seguiu-se nova aventura em Setúbal, terminando a carreira no Comércio e Indústria.