Sobre a Liga
Susana Rodas e Miguel Faria representaram o e-Liga, projeto finalista de Grande Empresa. Vencedor foi o Hospital de Leiria/Sword Health
Susana Rodas, Diretora Executiva de Marketing da Liga Portugal, e Miguel Faria, Diretor de Tecnologia, estiveram esta quinta-feira na entrega dos prémios Inovação NOS 2017, numa cerimónia que decorreu no Teatro Thalia, em Lisboa, durante a manhã.
O e-Liga, plataforma digital que agrega todas as componentes de um jogo de futebol e que foi desenvolvido por Miguel Faria em parceria com a Samsung, foi um dos grandes finalistas na categoria Grande Empresa, o que muito orgulha a Liga Portugal, mas o primeiro lugar foi entregue ao Hospital de Leiria/Sword Health, com um projeto de terapia digital.
Na categoria PME’s, o vencedor foi a Barcelom Têxteis, que desenvolveu meias terapêuticas para desportistas no geral – incluindo também os profissionais de futebol - enquanto a Start Up que levou o 1.º lugar foi a Sun Concept.
Para a Liga Portugal o facto de ter ficado no lote de finalistas já foi um ponto muito positivo, mas os responsáveis do organismo que gere o futebol profissional prometem continuar a apresentar ideias inovadoras no que ao futebol profissional diz respeito. A Diretora Executiva, Susana Rodas revela “enorme satisfação” por estar entre as finalistas, já que a Liga Portugal teve oportunidade de mostrar que “está na vanguarda da tecnologia no mercado português.”
“O e-Liga é uma plataforma que, acreditamos veemente, será aproveitada por outros mercados num curto espaço de tempo”, afirma Susana Rodas, falando também de outras preocupações que estiveram na base do conceito: “Na era digital, mas também numa altura em que a preocupação ambiental cresce todos os dias, a Liga Portugal uniu os dois conceitos e apresentou um projeto inovador para o futebol português. A poupança de papel nos jogos de futebol é gigante, já que agora tudo é feito de forma digital e através de um tablet.”
A responsável de Marketing da Liga Portugal recorda, por outro lado, que o e-Liga “melhorou também os recursos e diminuiu drasticamente o tempo envolvido na operação de um jogo.” “E, muito importante, este processo totalmente digital aumentou a transparência dos processos das competições profissionais. Tudo somado são muitos pontos a favor da indústria do futebol”, conclui.